Baixo desgaste e grande expectativa de vida

Baixo Potencial Osteolítico

Estudos mostram que o par tribológico Cerâmica/Cerâmica apresentam um potencial osteolítico que é basicamente da ordem de 50 vezes mais baixo do que os resultados obtidos com um par de polietileno crosslinked (XPE UHMW). Este resultado é causado por ambos efeitos, a baixa atividade biológica das partículas geradas no desgaste da cerâmica e o baixo volume de resíduos gerados no desgaste. O desgaste dos componentes cerâmicos é independente do diâmetro da cabeça femoral, isto é, grandes cabeças femorais não tem efeito sobre o comportamento do desgaste abrasivo. Em contraste, o desgaste dos pares de desgaste em PE (Polietileno) tem uma grande desvantagem devido ao aumento significativo do desgaste do Polietileno.

A vida dos implantes é muito maior com as cabeças femorais Cerâmicas

As cabeças femorais Cerâmicas reduzem significativamente o desgaste do Polietileno para valores significativamente baixos, inferiores a 0,1 mm por ano. Diferente das cabeças femorais metálicas, as cabeças femorais cerâmicas não podem ser arranhadas ou riscadas. Comparado aos resultados obtidos com o par tribológico metal/polietileno, os resultados obtidos com o par tribológico BIOLOX®forte/polietileno, os valores de soltura de implantes e taxas de cirurgias de revisão por complicações são de 2 a 5 vezes menores.

Os resultados clínicos mostram que as taxas de desgaste do polietileno sao maiores do que 0.2 mm por ano, independente do tipo de prótese, quando sao utilizadas cabeças femorais metálicas. Risco e arranhões na superfície da cabeça femoral metálica levam a grandes desgastes no inserto acetabular de polietileno. A superfície da cabeça femoral metálica tem com frequência pequenos arranhões e riscos. Estudos realizados em laboratório utilizando cabeças femorais metálicas com arranhões indicaram um aumento na quantidade de resíduos de polietileno da ordem de 30 vezes.

Taxas de Desgaste linear In vivo

In vivo linear Wear Rates

Taxas de Desgaste linear In vivo de diferentes pares tribológicos: Diferentes tipos de Polietileno crosslinked ( XPE) apresentaram grande variação nos resultados de desgaste dos estudos entre cabeças femorais metálicas e insertos acetabulares XPE (metal/XPE studies).

Fontes:
Greenwald AS, Garino JP. Alternative bearing surfaces: the good, the bad, and the ugly. J Bone Joint Surg 83-A, Suppl 2 Pt 2: 68-72, 2001;
Hendrich C,Wollmerstedt N, Ince A, Mahlmeister F, Göbel S, Nöth U. Highly Crosslinked Ultra Molecular Weight Polyethylene- (UHMWPE-) Acetabular Liners in combination with 28 mm BIOLOX® heads, in: Benazzo F, Falez F, Dietrich M (eds). Bioceramics and Alternative Bearings in Joint Arthroplasty, 11th BIOLOX® Symposium Proceedings. Steinkopff Verlag Darmstadt: p.182, 2006;
Martell JM, Verner JJ, Invaco SJ. Clinical performance of a highly cross linked polyethylene at two years in total hip arthroplasty: A randomized prospective trial. J Arthroplasty 18 (7 suppl. 1):55-59, 2003;
Zichner LP, Willert HG. Comparison of Alumina Polyethylene and Metal Polyethylene in Clinical Trials. Clin Orthop Rel Res 282:86-94, 1992;
Zichner LP, Lindenfeld T. In-vivo-Verschleiß der Gleitpaarungen Keramik-Polyetyhlen gegen Metall-Polyethylen. Orthopäde 26:129-134, 1997;
Bragdon CR, Barrett S, Martell J, Greene ME, Malchau H, Harris WH. Steady-State Penetration Rates of Electron Beam–Irradiated, Highly Cross-Linked Polyethylene at an Average 45-Month Follow-Up. J Arthroplasty 21/7: 935-943, 2006; Manning, DW, Chiang PP, Martell J, Galante JO, Harris WH. In Vivo Comparative Wear Study of Traditional and Highly Cross-linked Polyethylene in Total Hip Arthroplasty. J Arthroplasty 20/7: 880-886, 2005

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